
"Quando nos damos conta o quão a vida é efêmera, nossa casca protetora se quebra. As redomas em que vivemos "em segurança" somem num passe de mágica e o coração fica cálido, quente e desprotegido. Não queremos sentir a dor da perda. Essa descoberta desperta o medo das lágrimas e da saudade infinita das gargalhadas, causos e besteiras. Como somos pequenos. Como nos apegamos as coisas pequenas e sem importância. Possuímos a plena certeza de que somos imortais. Guerreamos tanto, nos desgastamos tanto, envelhecemos em segundos e muitas vezes em nome de títulos, posição, status...Como somos tolos. Como precisamos evoluir. Seres humanos imperfeitos e ao mesmo tempo perdidamente encantadores."
(DB)

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